03/12/2007

Quem sou eu?


    
Quem sou eu?

Pergunta insondável, não me defino,

Sinto dentro de mim centelha indecifável

Vim ao mundo, ainda sou ser inacabado.


Tento me descobrir, vou me fazendo pouco

a pouco e na medida que o tempo avança

sei que caminho para a morte


O sangue agita em minhas veias,

Pensamento livre alça vôo, escrevo

E a poesia toma conta do meu ser.


Algo palpita, encanta, aclara emoções

E inebria a alma, meu espírito fala

E ouve meus fantasmas, loucura

Que cultivo sem querer.


Marta Peres

2 comentários:

Sandra disse...

Querida Marta, te achei.
Achei também outra de tantas coisas bonitas que há em vc: a poesia.
Usei esse seu poemas em um dos meus escrito.
Adorei.
Beijinhos e muitas saudades de sua sempre amiga mesmo que de longe.
Sandrinha

ana flavia disse...

eeeeeeuuuuuuuuuuuu sssssooooooouuuuuuu a ramichinguil\ayyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy seu vadio
tgxckgçlidjptgmdoerjguireykkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...................................................rsrsrsrsrsrrrsrsrsrsrsrrsrsrsrsrsrsrs









































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































esse poema é gay