03/09/2008

Ser


Ser

A inconstância do ser
É transparente,
Anseia em querer
E não querer
Usando a insatisfação
Constante, inerente
Ao seu ser.
Vive iludido na ânsia
De viver, vive e se ilude,
Ilude.
Espera, tem esperança
Ardendo no peito,
Há ser que espera
Sem esperar...

Marta Peres

2 comentários:

Dolores Quintão Jardim disse...

Martinha!

Ser!

vc.é encantadora!

Linda poeta do meu coração.

te admiro demaisssss!
Sou tua fã!

"o poeta da verdade" disse...

Tinha que passar e deixar um dedo de prosa a tu "mulher berrante", pois o ser inconstante de cada ser caminha e caminha por varias estradas.Algumas curtas ,outras longas. Um dia chegara ao destino? Pergunta dura e deste modo seu poema segue como cançao de existencia para o individuo que caminha no material, pois quando caminhar no invisivel , sabera que esta estrada é muito longa e somente com as maõs dadas conseguira o equilibrio diante deste novo "ser". Meus parabens e estou sempre aqui ou ali , sentindo e lendo suas sábias palavras... Deus te abençoe hoje e sempre iluminada... se cuida e um forte abraço de JRA (o poeta da verdade)